Google como inspiração

howgoogleworks

Do livro “How Google Works“, você pode tirar muitas reflexões, seguem os principais pontos que extraí do livro:

1 – Pensar no Impossível

Uma empresa que era apenas uma startup em 1999, já tinha uma visão desafiadora, a de organizar toda a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil. Agora olhe abaixo os projetos e o quanto eram desafiadores para a época:

 – Imagine poder baixar toda a internet, assim nasceu o sistema de busca. Não somente conteúdo em páginas, mas uma biblioteca global, com imagens, livros, músicas, vídeos, etc. Além disso projetos em paralelo, como o mapeamento de todas as ruas do planeta, machine learning para termos uma plataforma completa considerando realidade aumentada no futuro.

– E-mail gratuito e poder gerenciar toda a troca de informações do mundo, algo impossível na época com Gmail, pelas restrições de armazenamento.

– Liderar o mercado de sistemas operacionais para dispositivos móveis, na época os notebooks com Microsoft. Anos depois do nascimento da empresa explodiram os smartphones e o Android ganhou o share de mercado com uma plataforma de código aberto.

– Ter o navegador mais utilizado, batendo de frente com o IE da Microsoft.

– Disponibilizar um conjunto de aplicativos para bater de frente com o MS Office, gratuito ao consumidor, fugindo do velho conceito de licenciamento de software.

– Apostar no futuro como ferramentas de Machine Learning e liderar frentes de inovação, como ferramentas de tradução online e em projeto carros auto guiados.

Estes exemplos mostram que é sim possível trabalhar com o conceito de  Moonshot Thinking, as metodologias aplicadas no Google para Design Thinking e Active Engagement são as bases do processo criativo e sustentam os pilares de inovação. Combinados engajamento e produtividade para o intercâmbio de ideias, temos uma forma transformadora e ambiciosa de pensar, sempre buscando resultados 10X maiores em vez de 10%. Para melhorar um produto ou processo 10X, é preciso reinventá-lo, não basta otimizá-lo, neste caso a estratégia é fugir das evoluções incrementais.

Para pensar e refletir. A Google diz não tentar melhorar uma maneira já existente de fazer algo, querem começar do zero, mas fazem 500 mudanças no sistema de busca por ano! 🙂

Bom, mas o fato é que eles fogem sim dos incrementos, isso é vital para uma empresa inovadora, esse tipo de mudança gradual ao longo prazo leva à irrelevância com o passar do tempo. Especialmente em tecnologia, já que a mudança em si tende a ser revolucionária e não evolucionária. Portanto precisam apostar muito no futuro e trazer mudanças surpreendentes, o que é muito difícil, motivos:

– Estamos no Século da Internet, onde a tecnologia movimenta o cenário dos negócios e acelera o ritmo das mudanças.

– Não miram exatamente no mercado vazio, mercados com potencial de crescimento são melhores. Ex: o Google chegou atrasado a festa dos mecanismos de busca.

– A Internet tornou a informação gratuita, abundante e onipresente. A computação em nuvem proporcionou um poder computacional e de armazenamento quase infinitos e barato.

– Os dispositivos móveis e as redes tornaram o alcance global e a conectividade continua amplamente disponíveis. Nunca investiu-se tanto em tecnologia de software quanto após o “bum” das tecnologias móveis e acesso as plataformas em nuvem. Não vai demorar para termos 5B de pessoas conectadas.

O mais surpreendente é que estas coisas surpreendentes não são surpreendentes. Pouco tempo atrás tínhamos mapa em papel, telefones presos à parede, TVs gigantes com antenas, máquinas fotográficas com rolos de filme, etc. Hoje as inovações espantosas são muito comuns.

Curiosidade – o livro destaca que a inovação precisa de um “primeiro seguidor”, ele que transforma o maluco em visionário. Eu concordo!

2 – Pensar no dinheiro “depois”

Empresas sempre tiveram foco em redução de custos. No entanto, importante se atentar que a internet causou uma queda grande nos custos de transação, neste caso, o foco deveria estar na criação de melhores produtos.

A Google quando nasceu, sabia que poderia rentabilizar em cima do sistema de buscas com anúncios, mas precisavam ser extremamente eficientes e eficazes. Não tinham dimensão de quanto ganhariam em fase inicial dos projetos, seguem alguns exemplos:

– Quando decidiram ir à briga com a gigante Microsoft com o software de navegação, acreditavam que se o Chrome fosse  mais seguro e mais rápido, venceriam. Mas não tinham um estudo de caso perfeito, costumam dizer que “não se preocupam com a receita, primeiro no produto e foco absoluto no usuário”.

– O Gmail, Youtube e o pacote aplicativos Office (Google Documents) promessas com custo altíssimo de largada, foram uma verdadeira aposta para o futuro. Interessante ressaltar o modelo diferente que iniciaram, em nuvem e sem licenciamento para pessoa física, mas a Google sempre entendia que as respostas de como rentabilizar um produto, viriam depois. O mais importante é que o produto fosse ótimo e que o consumidor aceitasse com excelência.

– Sergey comprou a startup pq tinha um produto de mapas mas não sabia como ganhar dinheiro. Depois virou o Google Earth. Somente captaram resultados pelo aumento de pesquisas e também pq instalavam junto o Google Bar, mas tudo isso foi descoberto depois.

Excelência do produto é vital, não o controle da informação ou o domínio sobre a distribuição e nem um poder avassalador de marketing. Diferente do passado, hoje temos três fatores de produção que são muito baratos – informação, conectividade e poder computacional.  Empresas costumavam transformar produtos em vencedores por meio de um marketing avassalador ou pela força da distribuição, bastava criar um produto descente.

No velho mundo, você dedicava 30% do seu tempo para criar um bom serviço e 70% berrando sobre ele. No novo mundo isso se inverte.” “(Jeff Bezos, Amazon)
.

A Google se coloca diferente, como uma empresa que não tem medo do impossível, que sempre acredita em primeiro entregar ao consumidor serviços ótimos e depois resolver a questão do dinheiro. Entenderam que precisavam manter uma excelência contínua de produtos incríveis. Esta foi a fórmula de sucesso. Foram aperfeiçoando seu conhecimento quanto a marketing, entenderam que as propagandas deveriam aparecer com base na relevância do assunto pesquisado.

Novas tecnologias nascem primitivas e para problemas específicos, portanto deve-se ficar “antenado” para “aumentar o alcance” e trazer para uma realidade ao alcance de todos. Exemplos estão na evolução dos motores a vapor usado em minas antes de ser usado em locomotivas. O Radio era meio de comunicação entre os navios e terra firme. Internet era apenas uma rede entre cientistas e acadêmicos para compartilhar pesquisas.

Antigamente as empresas cresciam devagar e de forma metódica. Hoje em dia é preciso “escalonar“, significa crescer rápido e de forma global. A rede telefônica atingiu 150MM aparelhos em 89 anos. Facebook 1B em 8 anos. Android 1B em 5 anos. Crie Plataformas, os líderes mais bem-sucedidos no século da Internet serão aqueles que entenderem como criar plataformas e fazê-las crescer depressa.

3 – Focar no Consumidor

Os consumidores nunca tiveram tantas opções e tanta informação (ex youtube tem mais de 1M de canais, a Amazon vende mais de 50k livros apenas sobre liderança). Peter Drucker já dizia, o objetivo de uma empresa é “criar clientes”, simples assim.

Para a Google, mais usuários = mais anunciantes, um modelo diferente para a época.

Concentre-se no usuário. Idéias simples, mas com grande impacto. Gosto de mencionar o  Google Instante – sistema de busca enquanto o usuário está digitando, um algoritmo que é transparente ao usuário mas com grande efeito. Ao contrário, podemos analisar na indústria de TVs que fornecem controles remotos com “botão mudo minúsculo”, eles parecem entender pouco as necessidades do consumidor.

Outro exemplo está no Adwords, foi fundamentado na ideia de que propagandas poderiam ser classificadas e disponibilizadas em uma página de acordo com a sua relevância como informação para os usuários, em vez de simplesmente se basear em quem estava disposto a pagar mais.

Dar ao consumidor o que ele quer é menos importante do que dar o que ele ainda não sabe o que quer.  Sugerem não apostar em pesquisas de mercado, apostam em inovação técnica. Os melhores produtos aos consumidores alcançaram sucesso baseado em fatores técnicos.

Consumidores em geral, gostam de plataformas abertas trocando controle por escalonamento e inovação. A liberdade facilita a saida do consumidor, você tem que ganhar a lealdade do usuário pelo mérito. Se houver risco com qualidade, mantenha a plataforma fechada, a exceção está no GOOGLE SEARCH.

Cuidado em seguir a concorrência, por muitos motivos ela sempre chama atenção dos executivos. Tal fixação leva a um espiral sem fim, de mediocridade. Líderes gastam muito tempo observando os competidores e desenvolvem apenas mudanças incrementais, de baixo impacto. Discuta sobre estratégia com a sua equipe, pegue informações sobre o mercado mas gere discussões sobre produto e plataforma.

4 – A Importância dos Criativos Inteligentes

As empresas precisam de pessoas que pensem, critiquem, desafiem o modelo ao invés de ter que aceitar a sabedoria vigente.  Um mantra usado nas discussões – “fale com os engenheiros”, existiu pela importância de um time forte baseado nos seguintes conceitos:

– Priorizar sempre os funcionários. Atrair e liderar os melhores engenheiros, ter o melhor time e depois “sair do caminho”,  era a única maneira de ter sucesso. Perfil  curioso, independente, acessível, comunicativo e energético. O papel do líder não é o de defender a organização, mas defender o criativo inteligente, ajudando-o a ter uma perspectiva de mais longo prazo e a construir um plano de carreira sustentável.

– Dar poder e liberdade a este time, para pensar e tomar decisões. Estimule o time a grandes desafios, faça com que não tenham medo de errar – pelo contrário, possam aprender com os erros. Buscam muita inspiração no esporte, pois ensina muito o quanto os atletas aprendem com as derrotas. A economia da abundância permite a experimentação e o custo do fracasso, se realizado de forma correta.

– O fato de terem pessoas apaixonadas fazem que o trabalho seja também como um hobby. O sucesso está em tornar as equipes ambiciosas, contratar pensadores independentes e ter objetivos grandes apostando no futuro. A Google estimula 20% do tempo das pessoas para investir em algo “divertido”. Ah, geralmente 0 20% é 120% do tempo. Investir parte do tempo em coisas novas e projetos audaciosos geram resultado, e sei o quanto isto é difícil no modelo tradicional, pois estamos sempre “emburacados” na rotina, preocupados com as metas, etc. Para refletir, seguem alguns projetos que nasceram desta ideia:

– Temos o Google Books que foi pensado em ter toda a informação de livros do mundo disponível, apontaram uma câmera e ligaram um metrônomo, descobriram que era viável mas MUITO audacioso.

– Google Street View com situação similar, fizeram um passeio pela cidade com uma câmera e apresentaram o projeto, hoje já são mais de 8M kms de ruas mapeadas.

– Google Suggest, preenchimento automático das URLs, foi desenvolvido no “tempo livre” de um criativo. O protótipo atraiu o interesse de outros engenheiros que se juntaram ao projeto.

– Planejamento feito sempre pela equipe, pelo conjunto. Equipes pequenas são melhores (regra de no máximo 2 pizzas, Jeff Bezos, Amazon), demandam menos micro gestão, realizam mais, gastam menos tempo com burocracia e politicagem, são como famílias que podem discutir e depois rapidamente se acertam, trabalham em conjunto quando tem problemas.  A máxima é investir na equipe, não no plano, pois o plano terá erros e portanto as pessoas tem que estar certas. Equipes bem-sucedidas notam as imperfeições no plano e se ajustam, o plano é fluído, a fundação é estável. Dê ao time os elementos fundamentais, eles concluirão o resto.

– Priorizam background técnico, pois além de técnicos (inteligência analítica) tem “tino” comercial e uma saudável veia criativa. São encorajados a exercitar as próprias ideias, discordam e falam sem medo, são multidimensionais.

– Identificam os funcionários que tem maior impacto e organizam a empresa em torno deles. Não se baseiam em experiências ou funções anteriores, mas sim no entusiasmo e desempenho. Ah, importante frisar que pessoas sensacionais são difíceis, diferentes. Devem ser toleradas e protegidas. Se houve algo extravagante, garanta que os resultados sejam do mesmo tamanho.

– Contratar pessoas melhores do que você! A Google estimula isso, o livro destaca a seguinte reflexão: Dos seus funcionários, quem você não gostaria de enfrentar numa partida de xadrez? Um programa de perguntas e respostas.  Boas perguntas para identificar se você está trabalhando com um time inteligente, independente da especialização ou experiência. Teste na sua avaliação a capacidade de resolver problemas e o quanto o candidato é curioso, a curiosidade sempre eleva as pessoas.

Seu cargo o torna gerente, sua equipe o torna líder.” (Debbie Biondolillo, Apple HR)

5 TOP Dicas

– Seja um ótimo “roteador”

Responder velozmente é uma virtude.

Atenção para a forma como a empresa se comunica. No modelo tradicional as informações são acumuladas como um meio de controle e poder. Hoje, contratamos as pessoas para pensarem e a informação é a verdadeira força vital dos negócios. Os líderes mais eficientes não acumulam informações, eles compartilham. O objetivo da liderança seria otimizar o fluxo de informações pela empresa, o tempo todo, todos os dias.

Puxe conversa sempre. O objetivo mais sutil é simplesmente se aproximar das pessoas. Permita, criando ambiente favorável onde por exemplo funcionários que acabaram de sair da faculdade possam chegar até os diretores, na mesa, na máquina de café ou no refeitório. A conversa ainda é a forma de comunicacao mais importante e valiosa. Estamos conectados 24hxdia, não substitua a comunicação por tecnologia.

A empresa de manter um processo de comunicação aberta, como exemplo do Google vem o relatório do conselho de administração. Repleto de dados e ideias sobre os negócios e produtos, e muitas dessas informações não são para consumo público, mas após a reunião do conselho, pegam o material e compartilham com todos os funcionários.

O CEO apresenta os slides pessoalmente, mesmo material usado ao conselho, para todos os funcionários. Isso ajuda pq mantém todos na estratégia, fortalece o processo de confiança e ninguém reclama de não saber o que acontece na empresa. Interessante também os dados das intranets, que possuem informações sobre praticamente todo produto em desenvolvimento e os KPIs corporativos de sucesso.

– Saiba quando tocar o sinal

Importante ter um único tomador de decisão, um dono. Debates podem levar horas, perda de tempo em muitos casos, portanto talvez seja necessário alguém que faça e siga em frente para depois corrigir a direção. Aplique o PIA – Paciência, Informação e Alternativa. Como líder, tente tomar poucas decisões, escolha as relevantes e deixe o time andar.

Antes os profissionais prosperavam num mundo engessado, desenvolviam um profundo conhecimento em um conjunto restrito de habilidades (ex: o cara da planilha).  A maioria das empresas tem em vigor processo criados há mais de um século, numa época em que erros custavam caros e apenas executivos importantes tinham informações completas.

Hoje, não existe uma tarefa específica, as pessoas não tem acesso limitado e não são contidas pelas definições de cargo.

– A importância da rotina e disciplina nas reuniões

Se o assunto for relevante, a frequencia mantém todo mundo a par da importância da decisão (faça reuniões todos os dias). Devem ter tamanho gerenciável, limites entre 8 e 10 pessoas. Se mais pessoas precisam saber o resultado, desdobre depois. Menos gente é sempre melhor.

Muito cuidado com os “cabeças de mola” (Bobblehead yes). Eles predominam nas reuniões. Tem uma tendência desagradável de reclamar e se queixar quando saem da reunião e não apoiam em nada, mesmo quando concordam.

Muito cuidado ao fazer com que todos digam SIM em uma reunião, não quer dizer que você tenha consentimento. Consenso às vezes precisa do conflito pra se chegar à melhor ideia. As pessoas precisam discordar e debater suas opiniões em um ambiente aberto. Fique atento aos quietos, chame eles pra se pronunciarem pois podem estar com receio de discordar em público. Há criativos tímidos, mas brilhantes.

Sabedoria ao usar email. Responda logo, seja ágil nas respostas, gera um ciclo positivo de comunicação. Seja conciso. Limpe sua caixa de entrada com frequencia:  OHIO – Only Hold it Once). Veja por ordem, o último é sempre o primeiro. Os mais antigos são resolvidos sozinhos. Não berre. FACIL DEMAIS

– Lei do Cowboi

Vem das cenas em que um caubói monta no cavalo e para, a fim de observar a situação e decidir o que fará em seguida. Advogados são treinados a se preocupar com o passado pois eles não gostam de riscos. No século da internet, os negócios evoluem em um ritmo muitíssimo mais rápido que os das mudanças jurídicas. Em certas situações, basta “montar no cavalo”. Recomenda-se que o jurídico faca parte integrante das equipes que demandaram dele, e não convocado de vez em quando.

Para ter impacto e influência e escolher os caminhos, a liderança precisa conhecer os detalhes. A essência do ser humano está em fazer perguntas, não em respondê-las. Pergunte o tempo todo, nas conversas: O que vc está fazendo? Que problemas tem? Uma liderança que não põe a mão na massa não serve mais, você precisa conhecer os detalhes.

– Cuidados com o processo de Inovação

Defendem o mantra do Steve Jobs – você deve ser comandando por ideias e não por hierarquias, mas começar uma ideia é fácil, difícil é conseguir apoio, pois existem muitos anticorpos que lutam contra.

A perfeiçao é inimiga do ótimo. Ideias nunca são perfeitas ao sair do forno, não há tempo para esperar até que elas cheguem a perfeição. Crie o produto, veja como saiu o projeto e implemente melhorias. Empresas mais rápidas neste processo vencerão. No entanto, não lance produtos ruins, apenas limite as funcionalidades. Descubra alguma forma de deixar as pessoas experimentarem os produtos e use os dados para melhorá-lo.

A Google evita usar pesquisas de mercado ou análise competitiva. As inovações são medidas na Google em 5 eixos –  Velocidade, Precisão, Facilidade de Uso, Abrangência e Novidade. Mas sempre com foco absoluto no cliente-consumidor.

Fracasse bem. Produtos nascem e morrem, isso é normal, mas transforme as ideias, não as mate. O fracasso não deve ser comemorado em relação ao time, mas é uma espécie de medalha de honra, pois pelo menos eles tentaram. Um bom fracasso é quando você o cancela rápido. Na Amazon, Jeff Bezos cita que planta sementes e as deixa crescer, somos muito teimosos. Num horizonte maior você se empenha em empreendimentos que jamais faria.

Por favor deixem seus comentários, sugestões ou críticas são bem vindas pois nos ajudam a melhorar sempre.

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