Assertividade

Resenha do Livro Seja Assertivo! (Vera Martins):  Assertividade – promove a comunicação emocional não-violenta, baseado na cultura da paz

Introdução

Li este livro, e gostei muito do assunto, pois considero que nossas  atitudes e o nosso comportamento decidem o futuro profissional! E quando falo sobre atitudes e comportamento, estou falando sobre a maneira sobre o qual lidamos com o indivíduo, como tratamos o outro – tanto em campo relaxado como em campo tenso.

Defini  bem “confronto” e “encontro” – onde o confronto de pensamentos, sentimentos e desejos é inevitável para usufruir o gosto do encontro. Diz que a nossa mente, entediada e imersa na solidão dos próprios pensamentos, busca a presença dos pensamentos do outro, por meio do diálogo. A beleza do  ser humano está em  promover o encontro a partir do confronto baseado no princípio da cooperação, e não no princípio do conflito.

Ser assertivo é dizer “SIM” e “NÃO” quando for preciso!!!

Assertividade

É  uma  filosofia de relacionamento humano com soluções ganha-ganha. Menciona que devemos experimentar a firmeza acompanhada da verdade! Reagindo quando necessário e defendendo o SEU EU!  Uma comunicação criativa, transparente, expressando suas  necessidades, seus pensamentos e sentimentos de forma honesta e direta, sem violar os mesmos direitos dos outros.

Ao assumir a postura assertiva, você desenvolve relações maduras e produtivas   nos ambientes profissional e familiar e também em situações do cotidiano. Sendo que relações maduras  significam relações de “interdependência“, e não de dependência e independência. Neste caso ser interdependente é assumir com humildade a dependência ou independência e aceitar a mesma coisa no outro, com colaboração mútua e influenciando seus objetivos de forma recíproca.

Nas negociações, a assertividade é um ingrediente vital e a falta dela diminui seu poder de influência. A assertividade é o plano de fundo do diálogo, quem é assertivo tem mais credibilidade e é mais respeitado.

A assertividade é uma  necessidade para enfrentar o mundo das incertezas, é o equilíbrio entre a socialização e individualidade – é respeitar o espaço do outro!  Para melhorar sua auto-estima e ser mais assertivo, tome em suas mãos as rédeas de sua vida e aceite a responsabilidade por suas escolhas.

Credibilidade

“Afirmar o seu EU é uma questão de sobrevivência”

O nível de escolaridade está aumentando entre os profissionais, os cargos na hierarquia organizacional diminuindo, e a gestão com foco nos resultados tomando lugar nas empresas. O sistema hierárquico por si só, no qual uma minoria domina a maioria está  desmoronando, as pessoas já  não aceitam ordens sem questionamentos e não querem ser excluídas do processo de tomada de  decisões. O compartilhamento do conhecimento iguala o poder, o que caracteriza uma relação de  interdependência, exige maturidade, muita conversa, tolerância com a essência do EU do outro.

Fica  claro  que  hoje, convivendo  com  o  paradigma “mudar  é  preciso”, a  credibilidade   não   é   mais conquistada por uma comunicação baseada no “temor”.  Para sobrevivência e sucesso  a  pessoa  precisa da afirmação do seu próprio EU, conseguir a segurança e fugir de medos que assustam as pessoas como a “falta de dinheiro” e o “desemprego”. Novos padrões indicam que a credibilidade  não é  imposta,  mas, ao contrário, é  conquistada  pela confiança que o outro deposita em você. A confiança se  estabelece quando  são atendidas as  leis do  discurso que  regem o diálogo e determinam o sucesso de um processo de comunicação.

Outro fator importante para uma boa credibilidade pessoal, está no fator “poder”. A autora descreve  que o Poder está na força de influenciar o pensamento e o comportamento do outro, podendo ser usado  pela coerção  ou  aceitação.  O  que  mais  destacou  foi o  “poder pessoal”  baseado   nas   habilidades pessoais de  envolvimento  e  comprometimento  das  pessoas, em  sua competência  de ser  um líder  que conquista seguidores.

Para a “credibilidade” é preciso ser e parecer crível na percepção do outro, convencendo – falando a razão do outro buscando a igualdade de pensamento, e persuadindo – falando a emoção do outro, falando diretamente aos sentimentos e às  necessidades intrínsecas do ser humano, com ética.

Uma pessoa tem credibilidade e é digna de crédito, quando consegue  estabelecer relações interpessoais em  que  o outro se sinta confortável em concordar com suas idéias, e também delas discordar, e se sinta livre para decidir quais serão suas escolhas – estamos falando do diálogo genuíno. 

Sendo uma VERDADEser e parecer é a  combinação mais convincente, pois não só o emissor da mensagem acredita e sabe de suas próprias competências, como também é percebido como tal, aos olhos do outro, ou seja, sua credibilidade é baseada no SER.

 Os vilões da assertividade

São poucas as pessoas que se sentem livres para expressar o que está dentro de si.  A falta de assertividade impede a expressão equilibrada de sua posição pessoal na hora certa e da maneira correta.  Frisamos que o grande vilão está no “medo”, principalmente o medo da perda que é a causa principal da falta de assertividade.

A insegurança cria um dilema entre o querer agir e o medo das conseqüências. No ambiente de trabalho, o medo é sentido mais intensamente por aquele que vê o risco de perder o emprego, e em algumas situações as pessoas esquece de expor sua individualidade – sendo que esta é a solução para manter-se bem na empresa. Outro ponto importante, é que quando alguém diz muito “sim” para os outros, pode estar dizendo muito “não” para si próprio.

Os caminhos do conflito

Quando alguém diz que precisa melhorar sua comunicação, é aconselhável que passe a limpo suas relações interpessoais. Provavelmente, um dos tipos de modificação necessária é a redução do comportamento defensivo.

Os conflitos existem como resultado da afirmação do nosso EU perante ao outro. Por outro lado, uma divergência de opiniões sobre um mesmo problema pode ser salutar. Soluções criativas normalmente são oriundas de polêmicas entre pessoas com idéias diferentes, as quais, analisadas segundo os princípios da cooperação, levam a uma resposta mais eficaz, pois são consideradas as diferentes visões do mesmo problema.

Cuidados devem ser tomados com as agressões – envolvem o comportamento agressivo, é o ato percebido pelo receptor como invasivo ao seu território (segurança e poder) ou espaço vital físico ou psicológico.  O importante é identificarmos os territórios alheios e, mediante uma postura de parceria, conseguirmos, uns dos outros, a licença mútua para adentrarmos o necessário para construirmos as bases de uma relação produtiva.

Também temos a submissão para buscar a harmonia e evitar os conflitos. A submissão é um estado de permissão e de dependência, é estar em cumplicidade com seu algoz.  Neste comportamento não-assertivo, a pessoa não expressa suas necessidades, pensamentos e sentimentos, permitindo que os outros a determinem.  A pessoa passiva tende a pensar na resposta “depois” de passada a oportunidade, e possui auto-estima baixa.

Revendo sua auto-estima, e a percepção

A auto-estima equilibrada permite o estabelecimento de relações interdependentes, a naturalidade em mostrar seu EU real e a coragem para defender seus direitos como ser humano. A auto-estima baixa torna-se um freio da espontaneidade e da naturalidade, direcionando seu detentor ao medo desenfreado, às relações de dependência e ao uso de defesas para mascarar o seu EU real.

Muitos de nós não aceitam as imperfeições humanas como normais, ficam se defendendo e isto gasta energia através do conflito. No entanto, o conflito provoca a inteligência das pessoas e impulsiona a evolução social!

O comportamento assertivo depende da autoconfiança, e o grau de segurança é proporcional ao grau de auto-estima da pessoa. A auto-estima é o resultado do conceito que temos de nós mesmos, ou seja, o que pensamos e sentimos sobre nós mesmos, da confiança que depositamos – admirando nossas fortalezas e tendo compaixão pelas nossas fraquezas!

Competência Comunicativa

Estamos em um fase de maior interdependência entre as pessoas e, consequentemente, mais conflitos. Ser auto-afirmativo é comunicar ao outro o que sentimos, o que queremos e esperamos. 

Para ser um comunicador eficaz, você precisa saber claramente qual é a sua intenção, o que você quer transmitir, e com uma linguagem baseada no princípio da cooperação – para isto precisa escolher a linguagem para enviar sua mensagem e comunicando-se de forma também receptiva, utilizando sua competência comunicativa para atingir os resultados desejados.

Finalizo o artigo tratando a competência comunicativa, quando se imprime uma conversação dinâmica, com a participação equilibrada dos dois interlocutores, pois o ideal é que haja uma combinação de estilos de comunicação de influenciar e ser influenciado, um equilíbrio da individualidade e da socialização –  o que realmente caracteriza a comunicação assertiva!

Segue agora um questionário para sua avaliação, do seu grau de assertividade:

– Reflita sobre quando você age assertivamente e se sente bem resolvido em situações parecidas. – Como se comporta diante de pressão e maiores riscos para seu EU, se você age de forma defensiva,    seja agressivamente ou passivamente em situações parecidas.

– Pense se em situações você escolhe comportamentos defensivos (agressividade ou passividade).  Algo que possa aumentar seu mal estar, abalar sua auto-estima e sua credibilidade.

O Mais importante não é a sua classificação e sim, o entendimento dos motivos e sentimentos que você tem internamente, quando se vê em situações parecidas, na vida real.

Responda: “Quase Sempre”, “Com Frequência” ou “Raramente”
01. Fico constrangido quando tenho de enfrentar alguém para resolver um problema
02. Eu perco a paciência com facilidade, pois sou do tipo “pavio curto”.
03. Quando alguém é irônico e sarcástico comigo, eu reajo da mesma forma com ele.
04. Prefiro que as pessoas percebam o que eu desejo ou preciso, do que eu ter de dizer-lhes.
05. É importante para mim obter o que preciso e desejo, nem que com isto possa magoar outra pessoa.
06. Não me incomodo em admitir meu erro perante os outros.
07. Expresso minha discordância das opiniões das pessoas, em geral, sem dificuldade.
08. Quando preciso me impor a outra pessoa, normalmente aumento o tom de voz com olhar penetrante.
09. Quando algo sai errado, acho um bode expiatório.
10. Importante conquistar a simpatia das pessoas, mesmo que tenha que fazer coisas que normalmente não faria.
11. Tenho habilidade em resolver satisfatoriamente a maioria dos conflitos com outras pessoas.
12. Tenho dificuldade em dizer não aos pedidos que as pessoas me fazem, e quando digo me sinto culpado.
13. Quando necessário, sou duro e inflexível e não dou explicações sobre minhas decisões.
14. Sou objetivo e sempre falo a verdade, doa a quem doer.
15. Prefiro ficar quieto e não expressar minhas opiniões.
16. Quando preciso, sinto-me à vontade em pedir ajuda do outro.
17. Quando alguém faz uma crítica, prefiro ficar quieto para não gerar conflito.
18. Eu fico constrangido quando alguém me dá um presente.
19. Quando eu falo algo é porque tenho certeza.Por isso fico irritado com a pessoa que discorda de mim.
20. Expresso meus sentimentos franca e honestamente, sem constrangimento.
21. Gosto de pedir feedback para saber se o outro concorda ou discorda do meu ponto de vista.
22. Quando tenho dúvidas, evito fazer perguntas por medo de parecer ridículo.
23. Percebo que, freqüentemente as pessoas tiram vantagens de mim.
24. Gosto de iniciar conversas com desconhecidos.
25. Quando alguém é agressivo, fico chocado e não consigo reagir.
26. Eu me sinto uma pessoa importante, competente e querida.
27. Sou espontâneo e afetuoso com as pessoas que gosto.
28. Quando um vendedor se esforça em mostrar suas mercadorias, sinto dificuldade de dizer “Não quero nenhuma”.
29. Quando faço algo que considero bom, faço com que as pessoas saibam disso.
30. Se alguém fala a terceiros algo a meu respeito que não me agrada, procuro-o logo para conversar sobre o assunto e mostrar minha insatisfação.
31. Quando alguém faz uma crítica, procuro rapidamente mudar meu comportamento para adequar-me à situação.
32. Percebo que as pessoas levam em conta minhas opiniões.
33. Eu me envolvo facilmente com os problemas dos outros e assumo a responsabilidade em ajudá-los na solução.       Se assim não o fizer, sentirei um desconforto.
34. Sinto-me mais confortável em ajudar os outros do que ser ajudado.
35. Tenho mais facilidade para criticar do que elogiar.
36. Quando alguém me elogia, fico constrangido e digo que não fiz mais do que minha obrigação.

RESULTADOS
Até 36 pontos – Baixa assertividade Você está usando o comportamento defensivo com muita intensidade. Isso quer dizer que, diante das diversas situações do cotidiano, você tem escolhido a passividade ou agressividade para se relacionar com as pessoas. Essas escolhas devem estar lhe propiciando conflitos no seu dia-a-dia, impedindo-o de ser feliz e de equilibrar sua auto-estima. Sua credibilidade pessoal e profissional está em baixa.
Para se ver livre de seus sentimentos negativos é preciso revisar suas crenças e colocar em prática as técnicas da assertividade. Revise suas respostas de pontuação 1 e 2 e faça uma res-significação do conteúdo do seu pensamento. Como? Procure se lembrar quais situações o comportamento inadequado aparece, o que você sente na situação e, por último, teste seus pensamentos que estão por trás do sentimento negativo. Troque-o por um pensamento positivo e real e treine o novo comportamento.
37 até 72 pontos – Média assertividade É provável que nas situações mais difíceis, nas quais você se sente ameaçado, se arme e se defenda com passividade ou agressividade. Em situações não ameaçadoras, você tem conseguido se afirmar. Mas essas situações de afirmação do seu eu ainda não são suficientes para fortalecer sua auto-estima e autoconfiança. É preciso entender os motivos das ameaças e analisar se são reais ou não. Como?
Revise suas respostas de pontuação 1 e 2 e faça uma res-significação do conteúdo do seu pensamento. Como? Procure se lembrar quais situações o comportamento inadequado aparece, o que você sente na situação e, por último, teste seus pensamentos que estão por trás do sentimento negativo. Troque-o por um pensamento positivo e real e treine o novo comportamento.
73 até 85 pontos – Boa assertividade Falta pouco para você se sentir bem resolvido e livre emocionalmente. Na maioria das vezes, você tem se afirmado positivamente. Porém, fique atento às situações que lhe causam desconforto. Perceba se não está perdendo em algumas situações, principalmente naquelas com pontuação menor que 3.
Revise suas respostas de pontuação 1 e 2 e faça uma res-significação do conteúdo do seu pensamento. Como? Procure se lembrar quais situações o comportamento inadequado aparece, o que você sente na situação e, por último, teste seus pensamentos que estão por trás do sentimento negativo. Troque-o por um pensamento positivo e real e treine o novo comportamento.
86 até 108 pontos – Excelente assertividade Parabéns. Na sua percepção, você negocia bem os seus direitos e respeita os dos outros, comunica-se com eficácia e sua auto-estima se mostra bem equilibrada. Você realmente usa a comunicação assertiva e deve apresentar as seguintes características:
• É AFIRMATIVO: Verdadeiro, honesto e direto com o outro, expressando suas idéias, sentimentos e desejos sem constrangimento.
• É ARGUMENTADOR: Possui argumentos consistentes quando quer vender uma idéia e fornece informações com o intuito de ajudar na solução do problema.
• É EMPÁTICO E USA ESCUTA ATIVA: Valoriza as idéias do outro, tem sensibilidade para perceber o outro e reconhece os sentimentos e desejos do outro.
• É ENVOLVIDO E ENVOLVE O OUTRO: Recebe e dá feedback com abertura, sabe pedir ajuda e oferecer ajuda e é comprometido.

ANÁLISE DOS RESULTADOS
Para analisar seus resultados, releia as questões e pense nas respostas.
O ponto 3 indica que você age assertivamente e se sente bem resolvido em situações parecidas.
O ponto 2 indica que, diante de pressão e maiores riscos para seu EU, você age de forma defensiva, seja agressivamente ou passivamente em situações parecidas.
O ponto 1 indica que nessas situações você escolhe comportamentos defensivos (agressividade ou passividade) . Isso aumenta seu mal estar, abala sua auto-estima e sua credibilidade.
O mais importante não é a sua classificação e sim, o entendimento dos motivos e sentimentos que você tem internamente, quando se vê em situações parecidas, na vida real.
RECOMENDAÇÃO: É interessante que você peça para outras pessoas que o conheça bem para responder esse teste. Outras percepções poderão agregar valor ao seu autoconhecimento e à busca de crescimento pessoal.
Tenha em mente que o comportamento assertivo é aprendido, basta você querer.
Para ajudá-lo, segue um texto básico dos estilos de comportamentos da teoria da assertividade.

TIPOS DE COMPORTAMENTOS NO RELACIONAMENTO PROFISSIONAL
Passivo Ao adotar este comportamento, você não expressa suas necessidades, pensamentos e sentimentos, permitindo que os outros determinem suas necessidades e desejos em você. Sente-se impotente e frustrado por não conseguir ter êxito em seus objetivos. Dessa forma, a experiência negativa derruba sua confiança e auto-estima, comprometendo seu auto – respeito. Perde o respeito dos outros. A pessoa não-assertiva tende a pensar na resposta depois que a oportunidade passou. O passivo se ressente consigo mesmo, com a sensação altamente desconfortável de “ter engolido mais um sapo”.
Agressivo Quando você adota este comportamento, você expressa seus desejos e necessidades de maneira negativa e hostil, na medida em que não considera os direitos do outro. O comportamento agressivo sempre tem o objetivo de vencer, depreciando e ignorando o outro. A agressão pode ser direta ou indireta (manipulação: ironia, sarcasmo e sedução).
Assertivo uando você adota este comportamento, você expressa suas necessidades, pensamentos e sentimentos, honesta e diretamente, sem violar os direitos do outro. Você se respeita e o outro se sente respeitado. A pessoa assertiva não passa pela vida cheia de inibições, cedendo à vontade alheia, guardando desejos dentro de si, ou ao contrário, destruindo outros a fim de atingir seus objetivos. Desenvolve controle de si mesma nas relações interpessoais, sente-se confiante, é espontânea na expressão dos sentimentos sem hostilidades nas situações eventuais de invasão por parte de outras pessoas.

PERFIL DO PROFISSIONAL ASSERTIVO
É claro, conciso e vai direto ao assunto; Diz sim ou não quando necessário e adequado, como decorrência de análise imparcial; Sabe expressar seus sentimentos com facilidade; Escolhe o rumo que deseja dar a uma situação; Muda seu próprio comportamento, quando este for inadequado; Pede aos outros para mudarem seus comportamentos inadequados; Exerce com tranqüilidade sua autoridade de líder; Defende-se contra os excessos de poder dos outros; Administra seus medos, transformando ameaças em oportunidades; Integra-se ao meio onde vive e trabalha, sem se deixar manipular ou dominar pelo conformismo dos outros, conservando a riqueza da sua própria individualidade; Fala sobre si própria sem monopolizar; Aceita elogios; ” Expressa elogios sinceramente; Expressa concordância quando necessário; Discorda da idéia e não da pessoa; Pede esclarecimentos quando explicações são insuficientes; Pergunta porquê quando algo não parece razoável; Não justifica todas suas posições ou sentimentos; Reconhece e verbaliza seus erros quando ocorrerem; Pede desculpas quando necessário; Não faz suposições e sim busca sustentação em fatos e dados; Não cultiva tensões emocionais ou físicas; Usa critérios objetivos e claros para fazer avaliações de pessoas e situações; Planeja suas ações, trabalha com metas pré -definidas, dirige com descontração, educa pessoas e avalia resultados atingidos; Promove harmonia com: colaboradores, pares e superiores, sem medo de conflitos; Orienta com naturalidade os pontos que devem ser melhorados no desempenho do colaborador assim como reforça o que está eficaz; Utiliza seu tempo adequadamente com atividades que agregam valor aos seus objetivos.

EM RESUMO…
Asserção: “Isto é o que eu penso; isto é o que eu sinto; isto é o que eu quero.”
Agressão: “Isto é o que eu penso – é um absurdo você pensar diferente; isto é o que eu sinto – seus sentimentos não importam; isto é o que eu quero – o que você quer não é importante.
Não asserção: “O que quer que eu pense não é importante para você; o que eu sinto não tem importância; e o que eu quero não conta.”

Fonte: http://www.assertiva.com.br

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Uma resposta a Assertividade

  1. Marlon, ótimo texto.

    Artigo rico em detalhes dessa faceta do conceito de assertividade, o ambiente corporativo será sempre mais produtivo, e terá saltos de crescimento mais significativos quando as empresas tratarem este assunto com seriedade, seja pra conseguir o engajamento dos colaboradores no processo criativo, para auxiliá-los no seu desenvolvimento profissional, para reconhecer erros de liderança, para realizar avaliação de seus funcionários, etc.

    Do ponto de vista pessoal, acredito que em qualquer esfera de nossa vida pessoal devemos sempre buscar a assertividade, o que envolve sinceridade, que por vezes nos colocará em posição divergente a idéias de outras pessoas, e em alguns momentos será necessário maturidade para lidar com interlocutores que não estão preparados para serem assertivos, e podem não estar interessados numa abordagem ganha-ganha, e então decisões como rupturas serão inevitáveis para respeitar a independência dos envolvidos. A assertividade nem sempre levará a um consenso, mas certamente produzirá o melhor resultado para os envolvidos nesse processo.

    Abraço

    Anderson

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